Entrevista com Enderson Rafael, autor de TODAS AS ESTRELAS DO CÉU.

sábado, 8 de maio de 2010

 
Caros leitores, foi com muita satisfação que convidei o autor Enderson Rafael para fazer essa entrevista e, gentilmente, ele atendeu ao meu pedido. Muito mais que um escritor que estimo muito, hoje conto com Enderson como meu amigo e é delicioso conversar com nossos autores, saber o que eles pensam e quais foram suas motivações para escrever o livro. 
Enderson me deixou mais feliz ainda ao me dizer que possivelmente, teremos um lançamento do 'Todas' aqui no Rio de Janeiro, mas que ainda não tem data prevista. Vocês tem alguma dúvida de que eu estarei lá homenageando-o? Não somente estarei, como também virei contar detalhe por detalhe do lançamento. Espere-nos!
Essa entrevista me deixou extremamente contente, pois Enderson transborda emoção e orgulho por seu primeiro filho, TODAS AS ESTRELAS DO CÉU, finalmente, nascer. Destaco que Enderson tem hábitos peculiares para escrever e digo, morri de inveja, pois ele possui maior estilo para se inspirar. hehehe! Ficou curioso?  Não deixe de conferir! 


Enderson Rafael é formado em Comunicação Social pela ESPM-Rio, redator publicitário, 29 anos, e já com um livro publicado na área ("Propaganda e Marketing para vestibulandos, calouros, curiosos e simpatizantes", Ed. Novas Idéias, 2006), apresenta agora seu primeiro romance, escrito bem antes, aos 19 anos. "Todas as estrelas do céu" é uma obra polêmica e doce ao mesmo tempo, com um tema inusitado, falado de igual para igual com os jovens ou mesmo para quem já passou da adolescência. 

Dominique: Oi, Enderson, saiba que fiquei muito feliz essa semana, quando você anunciou que ainda esse mês TODAS AS ESTRELAS DO CÉU estaria nas prateleiras de nosso país. Como você sentiu após esse anúncio?
Enderson: Bom, Dominique, é a realização de um sonho. Embora o "Todas as estrelas do céu" seja meu segundo livro publicado, foi o primeiro que escrevi, e ao contrário do "Propaganda e Marketing para vestibulandos, calouros, curiosos e simpatizantes", é um livro de ficção, um romance, e você ver uma história que você concebeu, criou, desenvolveu, tendo toda essa repercursão, é maravilhoso. Quando eu finalmente encontrá-lo nas livrarias, será outra grande emoção, e nisso eu conto com os leitores, que pedindo nas livrarias, despertarão o interesse delas pela obra. O "Todas" é pródigo em me dar alegrias, e creio que muitas ainda estão por vir.

Dominique: TODAS AS ESTRELAS DO CÉU é um romance voltado para o público jovem. Como surgiu a ideia de escrever esse livro? Como foi que nasceu Carol e Leandro?

Enderson: Desde que me descobri como alguém que tinha gosto pela escrita, que sonhava em escrever um romance. Em 1998, comecei um, meio sem saber onde daria. Era uma história de amor, de Lucas e Thaís. Eu não tinha computador, e comecei a escrever o livro em um caderno. Óbvio que deu errado. Um ano depois, ganhei um computador de segunda mão, um 486, e aí sim comecei a escrever o "Todas". Tinha tido tempo para pensar no enredo, e me ocorreu esse. Eu sou adotado, e simplesmente pensei: se eu tivesse uma irmã, filha biológica dos meus pais adotivos, e ela tivesse tudo que eu buscasse numa guria, o que me impediria de me apaixonar por ela?! E assim nasceu o "Todas as estrelas do céu", escrito diligentemente por 5 meses, quase todos os dias. Como eu era jovem, tinha a idade de Leandro, acabei escrevendo sobre e para o público jovem. Bom lembrar que na época não existiam esses mega sucessos como Harry Potter e Crepúsculo, e nossa noção de literatura jovem ia pouco além da saudosa Coleção Vaga Lume. No final das contas, o tema tornou-se tão adulto, incluindo claro a parte dos pais de Leandro e Carol, que o público do "Todas" começa cedo, mas chega a praticamente qualquer idade. E Lucas e Thaís foram resgatados, fazem par romântico no meu próximo livro, do qual falarei mais adiante.

Dominique: No livro, você aborda questões bastantes polêmicas como o amor 'romântico' entre dois irmãos, sendo um deles adotivo. Sabemos que para os pais não existe diferenças de um filho para outro. Como seus leitores reagiram a essa temática? Foi difícil abordá-la sendo um assunto tão delicado?
Enderson: O que me deu mais segurança para falar disso, foi claro o fato de eu ser adotado. Portanto, falo com conhecimento de causa, conheço as nuances do processo, e numa família maravilhosa como a minha, tive a oportunidade de entender tão bem a adoção, que eu mesmo pretendo adotar um filho um dia. Acho lindo e necessário. Provavelmente eu nunca escreveria um enredo como o do "Todas as estrelas do céu" se eu não tivesse a história de vida que tenho. A reação do leitores tem sido ótima, e a doçura do romance deles em geral desarma quem começa lendo com algum preconceito. E a polêmica é sempre boa e positiva, faz as pessoas pensarem, refletirem, e torna o "Todas as estrelas do céu" um livro bem particular.

Dominique: Uma coisa que adorei no livro foram as músicas selecionadas. Como você as escolheu? São músicas que você gosta também?
Enderson: Com certeza! São música que eu ouvia na época e que estavam em evidência. Britney Spears era um grande sucesso com seu primeiro CD, Los Hermanos despontava com Anna Julia - que depois se revelaria a ponta do iceberg de uma produção magnífica nos anos seguintes - e Alanis lançava seu CD acústico MTV, que tem entre outras maravilhosas, o tema "extra-oficial" do livro, a maravilhosa "No Pressure Over Capuccino", uma ode aos anos 90, assim como o "Todas" escrito pouco antes da virada do milênio, é um retrato da juventude daquela época cheia de desafios e descobertas, onde a internet era no fio do telefone a 56Kbps,  música era no Walkman ou Diskman, e celular era novidade. 

Dominique: A história de Carol e Leandro foi para você como uma autobiografia?
Enderson: Embora ambos guardem inúmeras semelhanças comigo - que atire a primeira pedra o escritor que não escreve sobre si mesmo sem querer - a minha história é só parecida com a deles. Eu nunca fui deixado na porta de ninguém, mas meus pais adotivos são cariocas. Eu não tinha carteira de motorista nem duas irmãs, mas estudei no mesmo colégio deles e fiz prova de vestibular no mesmo dia que Leandro. Estive em Búzios na data em que eles estiveram, morei na casa que eles moraram, mas as semelhanças não vão muito além disso. Aliás, estamos querendo fazer uma reunião de lançamento do "Todas" na casa da Bárbara, da festa do começo do livro, que existe de verdade e pertence a um grande amigo meu que foi um dos ilustradores do romance, o Tiago. Uma vez comecei a escrever um livro autobiográfico, baseado na genial ideia da série "Ria da Minha Vida Antes que eu Ria da Sua", de Evandro Daólio, mas desisti. Estava comprometedor demais e minha péssima memória não estava ajudando. O título era ótimo, talvez um dia eu use de novo!

Dominique: Sabemos que muitos autores percorrem longos caminhos até chegarem ao grande dia: lançamento do livro. Como foi seu percurso até esse momento?
Enderson: Longo. Eu levei dez anos para publicar o "Todas as estrelas do céu", cuja popularidade foi alavancada por uma tecnologia que engatinhava quando ele foi escrito. Ou seja, as coisas aconteceram ao seu tempo. O próprio twitter, decisivo, tem pouquíssimo tempo que existe. Até o lançamento do "Propaganda e Marketing para vestibulandos, calouros, curiosos e simpatizantes", minha vida literária resumia-se a escrever e engavetar. Por conta disso, tenho 6 obras prontas e apenas duas publicadas. O sucesso do "Todas" pode significar não só uma retomada das obras antigas como a continuidade de uma almejada carreira literária, onde, quem sabe, um dia, eu consiga ser "só" escritor. 

Dominique: Deixe uma mensagem para seus leitores e para aqueles que desejam publicar um livro.
Enderson: Meus amados leitores. Tenho um defeito, na opinião de muita gente intelectualizada: minhas obras são muito comerciais. Bom, esse é o nome que se dá quando um autor não escreve para si, mas sim para o seu amado público. E faço isso "desavergonhadamente", escrevo para vocês. É uma alegria imensa receber a opinião, as lágrimas, os sorrisos de vocês. E é dessas reações que me alimento para buscar me aperfeiçoar e cada dia mais, surpreender vocês. Acho que temos uma linda parceria pela frente, e espero que daqui há décadas, continuemos conversando, eu falando dentro da cabeça de vocês, e vocês me escrevendo mensagens lindas como as que tenho recebido com relação ao "Todas". Para os autores, repito algo que já disse antes: reconheçam se escrevem para vocês mesmos ou para os outros, tentem ser originais, façam algo que ninguém fez, deixem o leitor com vontade de saber mais a cada página. E corram muito atrás das editoras quando estiverem com suas obras prontas. Essa é a parte mais difícil, de longe. Procurem as pequenas também, tem muito editor ousado que acredita nos autores nacionais, e um dia, tenho certeza, competiremos em pé de igualdade com as grandes editoras e com os autores estrangeiros. Tem mercado para todo mundo, e eu tenho muito orgulho de estar ajudando nesta luta, com gente maravilhosa e talentosa, como a Paula, a Kamila, a Leila, a Fernanda, a Roberta e tantos outros autores nacionais que estão conseguindo, a muito custo, colocar seus livros na rua. Peçam pelo "Todas as estrelas do céu" nas livrarias, esse é nosso maior desafio, entrar lá para competir por um espaço na vitrine, nas gôndolas, dominadas por grandes editoras e seus autores estrangeiros. Muita gente não lê na internet, e só conhecerá o livro lá na prateleira, numa pilha, na livraria. Peçam pelo "Todas as estrelas do céu", pelo "Fazendo Meu Filme", pelo "Estrela Píer", pelo "Pobre Não Tem Sorte", pelo "Nove Minutos com Blanda", pelo "Amores Incertos". Em publicidade, chamamos isso de marketing de guerrilha, e contamos com vocês, nossos guerrilheiros literários, para conquistar espaço nas gôndolas das livrarias. Com vocês pedindo pelos livros, as livrarias procurarão as editoras e encomendarão os livros, e os colocarão em destaque nas lojas, e mais gente conhecerá esses livros e a roda então girará sozinha, conosco transformando e aumentando o mercado literário e editorial brasileiro, permitindo assim novos autores e novos leitores de entrarem nessa maravilhosa engrenagem com a gente.

Sobre Enderson Rafael

Dominique: Enderson, você como escritor e também como leitor, quais são seus autores e livros preferidos? Alguma recomendação?
Enderson: Resumidamente, bem resumidamente: José Saramago (As Intermitências da Morte), Chico Buarque (Budapeste), Carl Sagan (Bilhões e Bilhões), Amyr Klink (Cem dias entre o céu e o mar). Poetas, Vinícius de Moraes e Fernando Pessoa. Recomendo Leila Rego e Paula Pimenta, ambas escrevem maravilhosamente bem:-) Voltando rapidinho na poesia, no Museu da Língua Portuguesa, chorei copiosamente com "Canção do Exílio", de Gonçalves Dias, o poema que me veio à cabeça quando pisei em solo estrangeiro pela primeira vez, 5 anos atrás. Há países muito melhores que o nosso, com uma natureza exuberante, uma língua charmosa, uma gente educada e civilizada. Mas uma coisa é inegável: aqui, e só aqui, tem palmeiras onde canta o sabiá.

Dominique: Você tem algum momento especial para escrever? Algum ritual?
Enderson: Bom, trabalhando o tanto que trabalho na minha profissão "normal", de comissário de voo, sobra pouquíssimo tempo para escrever, em especial agora que estou trabalhando nos últimos detalhes do "Todas" e na divulgação e lançamento do mesmo. Mas quando posso, gosto de ficar em um lugar tranquilo para escrever, de preferência com natureza em volta, ao ar livre, sozinho e silencioso. No entanto, o lugar onde mais gosto de escrever é dentro do avião, voando de passageiro. Várias partes do próximo livro foram escritas lá em cima, a janelinha entreaberta com vista para um belo chão de nuvens, o notebook na minha frente. Em poucos lugares me sinto tão seguro e confortável quanto a bordo de um Boeing 737 Next Generation. Melhor que seja assim, como comissário, é normal eu passar uma centena de horas dentro dele. Provavelmente bem mais do que passo na minha própria casa.

Dominique: Para finalizar, como sua fã e leitora, teremos novos romances vindo por aí? Quais são seus próximos projetos?
Enderson: Todos eles dependem do sucesso do "Todas as estrelas do céu". Se o "Todas" der retorno para a editora, certamente ela investirá nos próximos livros. Então, independente de vocês já terem lido o livro, procurem comprá-lo, afinal, ele está lindo, prometo que vocês não vão se arrepender! Agora, falando sério, a questão é bem financeira. Não só eu, mas muita gente envolvida - e só na finalização do livro há pelo menos uma dúzia de profissionais de diferentes especialidades colocando seus talentos em torno do "Todas" - designers, editores, ilustradores, revisores, assessores de imprensa, etc - depende financeiramente do sucesso do "Todas as estrelas do céu". Publicar um livro não é algo barato, além do que é bastante arriscado. A maioria dos livros não chega a se pagar, portanto, temos um grande desafio comercial pela frente. Então, se o "Todas" for um sucesso e gerar caixa para a editora, lógico que assim ela terá dinheiro para publicar os próximos livros. No Brasil, onde o apoio público é sempre deficiente, onde vivemos imersos em impostos, a coisa fica ainda mais complicada.
Mas, em dando tudo certo, tenho ótimas novidades. Embora eu tenha dois roteiros de longa e um ensaio ainda na gaveta, a prioridade é para meus próximos romances. Pronto, temos o "Três Céus". Basicamente, ele conta a história de três tripulantes, um comissário, uma comissária e um comandante. Cada um vai vivendo sua vida, seus amores, desamores, trabalho, família, alegrias e frustrações, independentemente dos outros. Aprendemos muito sobre a aviação neste romance, entendemos como os aviões funcionam, como é a escala de trabalho destes profissionais, mas isso é só o pano de fundo das buscas de cada um deles pela própria felicidade, cada um em um momento peculiar de sua vida afetiva e profissional. As três histórias acontecem em tempos e lugares separados, até que em um dado momento, as histórias se encontram, para mais um desfecho surpreendente. É um livro maduro, que levei dois anos para escrever, e cujo requinte estilístico está muito mais apurado com toda a experiência que consegui desde o "Todas". É um livro maravilhoso, acredito até que o melhor que já escrevi. Estou revisando o "Três Céus", e meu editor já o está lendo. Quem sabe num futuro não muito distante vocês também não conheçam o "Três Céus"? Até agora, apenas meia dúzia de pessoas teve acesso a ele, e as críticas têm sido positivas. No momento, estou sem tempo, mas pretendo retomar em breve meu terceiro romance, entitulado provisoriamente de "Alba". Ele se passa na Escócia, e será meu primeiro livro narrado em primeira pessoa, está sendo um desafio maravilhoso, que está me dando possibilidades incríveis de explorar um outro lado da minha escrita. Ainda estou na página 12, e tenho medo de não terminá-lo, mas o enredo é bem interessante e sério. Destaco do "Alba", a segunda frase do primeiro capítulo: "Esta é uma viagem que qualquer pessoa amaria fazer, e aqui estou eu, na bela capital das Highlands, pelos motivos errados."



Uma rapidinha:

- Um livro?
"Milagro en los Andes" (Nando Parrado, "O oposto da morte não é a vida. É o amor.")

- Um autor?
 Carl Sagan ("Pálido Ponto Azul", "Bilhões e Bilhões", "Contato", entre outros. "Um livro é a prova de que os homens são capazes de fazer magia.")

- Um filme?
"Love Actually" ("Love, actually, is all around.")

- Uma pessoa?
Meu pai, Paulo Coutinho dos Santos. A pessoa mais sensata, equilibrada, honesta, divertida, inteligente, carinhosa, charmosa, bonita, amada, honrada, fiel, amiga e mais qualquer adjetivo bom que vierem a inventar na nossa língua que já conheci. Provavelmente, muito provavelmente, ninguém jamais me influenciará tanto quanto ele influenciou. Eu tive muita sorte de ter o melhor pai do mundo, mas isso infelizmente tem um preço. A falta irremediável que ele me faz. ("A saudade que a morte causa, só a morte pode curar.", in "Alba", Inverness, III)
- Uma frase?
"Keep walking" (da campanha genial do Johnnie Walker, serve como um lema pra mim diante das adversidades há anos e, sem isso, o "Todas" não teria sido publicado, nem eu estaria sorrindo depois de tantas lágrimas)


Quer conversar com o autor, você pode encontrá-lo:

- Skoob 

Site do Livro: Todas as estrelas do céu  

Não deixe também de conferir o site da editora, onde o livro já está a venda. Quero meu exemplarrrrr já! E você?

Site da Editora - Novas Ideias

11 comentários:

αηδψϊηћα ஐβϊττψஐ disse...

Nick;
Parabéns pela entrevista !!!

Este é meu proximo livirnho da lista !!!

Amei =)

Daiane Santo disse...

Oi, Dominique! Adorei a entrevista que fez. Mais uma vez, quero lhe parabenizar pela construção da entrevista, a formação equilibrada do tema e as palavras. Acho que deveria cursar jornalismo, está se especializando mais e mais no ramo,né? hehehe

Gostei muito da entrevista do Anderson e como ele possui métodos bucólicos e agradáveis para escrever e a certeza que ele passa que podemos relaizar nossos sonhos.

Beijão e paz!

Carla Fernanda disse...

Dominique,

Parabéns pelo post e pela entrevista maravilhosa com o Enderson!

Ele é uma pessoa maravilhosa mesmo!

Fiquei muito feliz por ele estar desfrutando dessa fase maravilhosa em sua vida e torço muito para que o livro seja um sucesso de vendas no país.

E, que todos, assim como eu possam se encantar com essa linda história, que nos envolve, nos enobrece a alma.

Recentemente, contei as novidades sobre a publicação do 'Todas as Estrelas do Céu' e agora estou sorteando o exemplar original e o livro publicado no meu blog.

Beijos.

Ser em construção disse...

Acho que tenho passado pouco por aqui, você está novamente de visual novo heim!!!
Minha linda me perdoe pela ausência, tenho estado com muitos
trabalhos de faculdade e muitas leituras, que futuramente comentarei lá no Em Construção.
Passo para deixar minhas saudades registrada.
Mande um super beijo para sua mamãe e agradeça por ter nos presenteado com uma pessoa como você viu!!
beijos
saudades
Wacinom

Enderson disse...

Dominique! Amei a entrevista! Olha, quero só ver vc lá no Rio, hein;-) Acho que semana que vem, no mais tardar na outra, teremos a data e o local;-) Vamos lotar aquela livraria de skoobers! Beijo!!!!!

Carol disse...

Dominique, que legal a sua entrevista com o Enderson!!!
Parabéns menina! Tô sentindo uma pontinha de muito talento aí tb?!
Amei a entrevista, assim como tb amei o "Todas"! E já indiquei a leitura do livro (para quando estiver à venda)e passei pra frente a minha cópia. Penso que o caminho para conseguirmos estar um dia em pé de igualdade com o mercado internacional é esse mesmo, apoio incondicional dos brasucas aos nossos escritores!!!
Mais uma vez, Parabéns!
Beijos!!!
Carol

Kynhaa disse...

Muito boa a entrevista Domi. Eu quero muito ler "!Todas" talvez eu peça pra minha prima trazer pra mim, nao sei se vai dá, espero que sim.

bjos

Fernanda França disse...

Ende, obrigada, meu querido!! Você merece MUITO sucesso. Estaremos juntos nessa luta! :o) Um superbeijo meu e de Blanda ;o) Fernanda França. www.fernandafranca.com.br

Cibele disse...

Amei a entrevista. Parabéns!

Alcatia disse...

Dominique,amei a entrevista.São pessoas como vocês , entrevistadores e escritores que deixam a vida mais leve.Parabéns.Bjs Catarina Figueiredo

M. disse...

adorei seu blog
http://amazoniaumcaminhoparaosonho.blogspot.com/

{Lendo} Dominique

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