Mentes Roubadas

terça-feira, 10 de agosto de 2010

 
Mentes Roubadas é o livro de estreia do autor Roberto Campos Pellanda, que através de uma narrativa ágil e objetiva, conta-nos a história de uma das investigações dos detetives Paulo Westphalen e seu parceiro Miguel D’Andrea. Embarque nessa leitura, onde a manipulação da grande massa através da mídia, fará o leitor buscar as respostas para desvendar os mistérios.

Doze sequestros em menos de três meses na grande São Paulo, aparentemente nenhum contato direto entre as vítimas, apenas uma coisa as ligavam, todos foram encontrados com as cabeças raspadas e sem memória dos momentos em que foram sequestrados. Os detetives Paulo Westphalen e Miguel D’Andrea buscam desvendar o que lhes aconteceu durante esse tempo e deter o grupo criminoso de sequestrar mais pessoas.

Um rapaz que sofre de um caso grave de esquizofrenia catatônica é sequestrado da clínica que estava internado há mais de anos, ele não fala e nem anda.

Ambos os casos estão interligados através de uma teia conspiração empresarial médica, que busca há décadas dominar o controle de mentes alheias. Para complementar, a CIA está envolvida no projeto.

Mais um livro nacional lido esse ano e a cada dia eu me impressiono mais e mais com a escrita brasileira. Até a pouco tempo atrás, eu somente lia literatura estrangeira e sempre deixava de lado os nacionais. Mais esse ano, eu estou me superando e adorando cada experiência.

Mentes Roubadas é um suspense policial muito bem escrito, mas que não chega a emocionar o leitor. É sim, uma trama totalmente voltada para o lado do raciocíonio, onde cada pecinha da história é fundamental para montarmos o quebra-cabeça.

Paulo Westphalen e Miguel D’Andrea são personagens inteligentes e unidos pelo mesmo objetivo que é exercer um bom trabalho. É interessante como o raciocínio de ambos casam-se sempre, como se fizessem parte de uma mente só, enquanto, um tem uma ideia, o outro abstraí. 

Como sempre eu estou errada em relação ao culpado pelos crimes e dessa vez não foi diferente. Quando eu vi pela primeira vez um personagem poderoso lá entrar na história, eu disse, ele é culpado e está tentando confundir os detetives. Que nada! Eu estava muito errada e foi muito legal acompanhar o desenrolar dos fatos.

Enfim, é uma boa leitura e recomendo para todos aqueles que gostam de um suspense policial, onde a medicina também é explorada.

Minha classificação para esse livro é de ♥ 3/7- Razoável.

8 comentários:

Alisson Augusto disse...

Adorei!
Nossa, eu acho que sou diferente eu acabo sempre descobrindo antes que é o vilão e não é nada legal HSUHAUSA

Seu blog tá "linkado" O.o no meu!

www.thesadendofalice.blogspot.com/

Fernanda disse...

Em 99,9999% das vezes eu tbm não descubro quem é o culpado, hehehe...

Já li outras resenhas desse livro, deve ser bom! :)

Bjs

Fernanda Giannella disse...

Adorei a resenha. Ficou ótima! Eu também nuuunca descubro quem é o culpado. HUAHUAH, eee eu, sinceramente, também não lia livros nacionais, mais esse ano estou lendo muitos. E adorando todos!

Coelha disse...

Vem cá, vc tá de lua de mel ou postando no blog? Rsrsrs. Entao vc gostou do livro? Que bom!

Beijos! Saudades. Divirta-se aí :-)

Italo _correa disse...

Eu gosto de suspense!!
Hehehe,eu também nunca consigo adivinhar quem é o assassino. =D
Bjão!!
o/

Hérida Ruyz disse...

Oi Nique!
Ainda não li esse livro, mas ando me surpreendendo com os autores nacionais. Adoro tramas policiais, mas se ele não chega a emocionar o leitor....fico meio desanimada. kkkk
Adorei a resenha. Como sempre sua sinceridade é uma inspiração.
Bjs.
Ps. Ainda babando com o template. rsrs

Dani Fuller disse...

Só 3 de 7?? Não sei se faz eu querer ir correndo ler o livro ehehee

Eu não lembro de ouvir falar nesse livro.... ele parece interessante msm.

Iris disse...

Quase nunca descubro culpado de nada também! HAHA Eu tô com vontade de ler esse livro, mas a pobreza e alguns outros na frente não deixaram ainda. HAHA
Beijos

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