As Patricinhas

sábado, 4 de setembro de 2010


"As Patricinhas" é um livro delicioso, que fala sobre as oportunidades da vida, família e aprender a gostar de si mesmo. Com uma narrativa ágil e autêntica, Zoey Dean conquista o leitor, com a história das irmãs gêmeas Baker e da protagonista Megan Smith. Simplesmente imperdível! Eu adoraria ter sido autora desse livro.

Megan Smith é uma jornalista recém formada de Yale, que vê seus sonhos afundados ao aceitar trabalhar para uma revista de celebridades de quinta categoria. Devendo até o último fio de cabelo, leia-se, 75 mil doláres que pegou para pagar a faculdade, Megan precisa desesperadamente de algo melhor do que editar e fazer legendas sobre quanto pesa Paris Hilton. 

Realizando mal e porcamente seu trabalho na revista, já que pouco lhe interessa saber detalhes sórdidos da vida dos artistas, ela recebe uma proposta irrecusável: dar aula para as gêmeas Rose e Sage Baker em troca de suas dívidas pagas. Prevendo a difícil tarefa, pois as gêmeas são insuportáveis de tão esnobes e maldosas, a avó das meninas, compromete-se a pagar integralmente a dívida desde que Megan consiga colocá-las dentro de uma boa univerdade. Deslumbrantes, populares e podres de rica, as gêmeas são famosas por suas aventuras e farras noite adentro nas festas de Palm Beach e por não quererem nada além disso. Ops! Corrigindo, elas querem sim, os flashes dos paparazzis em cima delas dia e noite.

Você deve estar pensando: para que as gêmeas irão querer estudar para entrar para uma universidade, se são podres de ricas e não precisarão trabalhar nunca na vida? A avó das gêmeas também pensou nisso e decretou que se elas não passassem na universidade, teriam que virarem-se sozinhas, após completar dezoito anos, o que aliás, seria em dois meses.

Frustadas por terem seus planos arruinados, as gêmeas terão que aprender a estudar, se quiserem ter sua fortuna de volta e, principalmente, terão que lidar com os sentimentos que as une. Megan, por sua vez, também terá que aprender algumas lições primordiais, que mudará completamente seu modo de encarar a vida.

"As Patricinhas" é simplesmente um livro delicioso. É o tipo de Chick Lit, que relaxa a sua mente e faz você viajar por suas páginas. Megan é uma heroína tão comum, tão EU mesma, que ficou completamente impossível, eu não me identificar com ela. Ela tem complexo de gordinha, mas mesmo assim, se tiver que cair dentro da comida, cairá sem pena. É extremamente preguiçosa para cuidar de sua beleza e tem que aprender na marra a fazer isso. Porém, o mais importante: ela paga muitos micos! E eu sou a Rainha dos Micos. É sério! Perguntem para as minhas amigas, quem é que dá gritinhos no cinema em uma cena de suspense, quem atravessa na frente de carros para salvar um cachorro, quem caí no colo dos outros dentro dos ônibus e por aí vai. É tão díficil ser eu mesma, que somente Megan Smith pode me compreender. (Risos!)

As gêmeas Baker são insuportáveis mesmo de tão ruins que são. Elas não querem nada com a vida, além de curtir a balada ou vestir-se na moda. São pessoas totalmente vazias e destituídas de bom senso. A única coisa que as mantém ainda sãs é o fato de terem uma a outra. A autora soube trabalhar o amadurecimento delas direitinho em todo livro, sendo bem gradativo o crescimento. Claro que para se entenderem, elas precisaram de uma ajudazinha de Megan, que tornou-se apesar da pouca idade, uma mãezona.

Nesse livro também não poderia faltar aquele gatchenhoooooo, que coloca você de cabeça para baixo e faz você repensar todos os seus conceitos sobre traição, infidelidade, etc, já que Megan tem um namorado maravilhoso e super companheiro também. Eu confesso que não sabia para quem torcer se para James, o namorado, ou para Will, o gatchenho ricaço. Ambos são adoráveis até mesmo com seus defeitos. Eu juro que não saberia o que fazer, o que aliás, Megan também não sabe.

Devo dizer que Megan acabou virando de gata borralheira a Cinderela, de contos de fadas, Keith, sua fada maricas, lhe transforma em uma musa digna de Palm Beach. As festas que Megan participa são totalmente imperdíveis. As roupas, então, nem se fala... [suspiros]

Enfim...

O Ministério da Leitura adverte:

Esse livro deve ser leitura obrigatória para momentos de TPM, estresse, crises... Super recomendo! Porque, minha amiga, se você não relaxar e não curtir essa leitura, diga adeus a sua família e amigos e interne-se em um hospício. Leitura simplesmente deliciosa! Ahhh, quem não estiver nesses momentos traumáticos, também curtirá bastante a história. 


Minha classificação para esse livro é de ♥ 6/7- Excelente.

10 comentários:

Renata G. de Souza disse...

Estou louca pra ler esse livro *---*
E chick lit, é obrigatório =D
Adorei a resenha ;D
Bjus

Thais disse...

Mais um chick-lit pra minha lista de desejosssss!!!!

Edilza Pinheiro disse...

Oi Dominique!
Tá bom, eu vou ler esse chick-lit. Você me convenceu!!!!!

Beijossss.

Daniela Tiemi disse...

Assim como a Edilza, vc me conveceu tb, Nique! Apesar de o livro já estar na minha lista de desejados eu não dei mta prioridade a ele, pois não botava mta fé que a história seria boa, não... Mas, depois da sua resenha...rs. Eu não sei se eu estou numa fase chata q nenhum livro me agrada, ou se errei nas escolhas dos livros que estou lendo, mas enfim, estou mto crítica, sabe... rsrs. Porém acredito que tb vou gostar deste livro...rs. Bj;

Fernanda Giannella disse...

Adorei a resenha! Já foi pra minha lista :D Maaais um chick-lit para comprar :D

Italo _correa disse...

Legal, lendo essa resenha eu lembrei do filme As Branquelas,só que as patricinhas de lá não mudam rsrsrs.
To gostando de alguns livros chick-lit que vc resenha shaishaishi.
Mas se eu for esperar pra ler quando tiver de TPM,eu nunca vou ler ashaishaishia =P
Gostei do livro.
Bjo

αηδψϊηћα ஐβϊττψஐ disse...

Ahhh esse livro é tudo né??? Tbm li e adorei =)

Nanda disse...

Ei Nike,

Amei a resenha, já tinha visto mas não estava tão afim de ler, agora vai fazer parte obrigatória da lista rsrs

beijoo

Daiane Santo disse...

Gostei bastante da resenha do livro, vou ler sim. Parece divertido,leve, poderá certamente ser roterizado para o cinema, pois tem a maior cara de uma boa comédia romântica.

Muito bom o post, Dominique!!

Beijão!!

Audry disse...

Esse livro teve até um seriado inspirado nele. Chamava Privileged, passava na Warner em 2008. Eu assisti os 3 primeiros episódios e gostei, o livro deve ser bom também

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