"O Livro"; de Julia Kerbes

sábado, 21 de novembro de 2015




Bom dia/tarde/noite/solstício/feriado/final de semana/insira seu momento aqui.

Como estão vocês?

Eu vou bem, obrigada por perguntar.

“Julia. Faz tempo que não vemos uma resenha sua. O que houve?”

Faculdade. Foi isso o que houve. Tão arrancando meu coro naquele lugar... Mas não é isso que importa agora, pois eu estou aqui para falar para vocês que teremos uma breve dinâmica hoje. Não precisa se preocupar, ninguém vai precisar perguntar sobre a vida um do outro, levantar e contar intimidades... Isso aqui não é setor de RH.

Antes de explicar nosso pequeno ‘joguinho’, é bom eu falar que eu escrevi um pequeno parágrafo onde eu narro brevemente a experiência de ler um livro. Eu não sei se vocês vão se identificar com o que eu escrevi, mas espero que sim.

Bom, eu vou colocar aqui em baixo a minha singela criação e eu gostaria que vocês comentassem sobre como vocês leem. Qual é o seu porto seguro para leitura? Como você se sentiu lendo o que escrevi? Sejam sinceros e me deem criticas criativas, fazendo favô!

Então, aí vai!
A garota se sentou em seu local preferido, aquele onde se sentia em paz, confortável, onde cada canto do recinto reconhecia cada curva de seu corpo, encaixando-a perfeitamente. Ao seu lado, uma caneca. Ou será uma xícara? Irrelevante, pois o que tem dentro é o que vai ser consumido enquanto ela passa tempo ali, no seu lugar preferido. Ao se encaixar perfeitamente naquele pequeno casulo, que estava prestes a se fechar e isolá-la do mundo, ela se certifica que sua bebida, quente ou fria, doce ou azeda, borbulhante ou não, esteja bem posicionada e suspira ao pegá-lo em suas mãos. O livro. Aquele pequeno objeto que contém tantas palavras, tantos ensinamentos escondidos, tantas emoções e confissões. Posicionando-se na sua posição mais confortável, no seu lugar preferido, ela folheia o livro com uma das mãos. Aquela folheada que passa tudo de uma só vez, enviando um leve sopro de ar até seu rosto enquanto ela respira aquele cheiro inconfundível das folhas que contam uma história. E então, ao mesmo tempo com calma e ansiosa, ela abre o livro, folheando aquelas primeiras páginas até chegar onde quer, no começo de uma nova aventura. E então o casulo se fecha, para que ela possa sair dele daquela forma diferente, com todos aqueles sentimentos borbulhando dentro de si, após ter absorvido cada detalhe e cada palavra. Depois daquele tipo de transformação que somente o livro lhe dá.

E então, gostaram? Comentem sobre o que acharam.

Viu? Foi muito mais fácil do que ter que contar intimidades.

Beijo na bunda!

Nenhum comentário:

{Lendo} Dominique

No Facebook:

{Lendo} Daniela