{Especial HQs} "Injustice: Gods Among Us" de Tom Taylor

quinta-feira, 3 de março de 2016



"Ninguém deveria ter que justificar um bigode falso." - Arlequina


Eu não sei vocês, mas eu não cresci lendo quadrinhos, então quando começou a sair essa porrada de filmes sobre Homem de Ferro, Capitão América, Homem de Aço, Mulher Melancia... não, pera... Enfim, quando começou a aparecer tudo isso, eu comecei a me interessar. E adivinhem? EU AMEI.

Eu decidi começar pela primeira leva de HQs que eu li, que foi a Injustice: Deuses Entre Nós.

Escrita por Tom Taylor e com a arte de Jheremy Raapack (não, eu também não faço ideia de quem sejam, peço perdão pelo vacilo) e publicada pela DC Comics, a série de quadrinhos sobre a qual eu vou falar hoje é o Ano Um.

“Julia, o que é Ano Um?” É o primeiro ano da série. Se eu não me engano são quatro anos, então eu ainda tenho bastante material para ler ai.

Então galera, o negócio é o seguinte. Tudo começa com o Superman. Ele tá feliz, casado, um filho a caminho, não tá dando bola pras falsiane, tá lacrando, tá diva, tá mara. Eis que o Coringa decide sacanear com o homem mais poderoso que existe no planeta terra, ai já viu né. Depois de uma tragédia acontecer na vida do moço que ‘avôa’, ele fica puto da vida e decide dar um basta nisso tudo e acabar com todo o mal que corrompe o mundo. Ai o Bátima pensa “Ótimo plano, seria uma pena se alguém fosse contra e tentasse te impedir”. Ai depois disso rola uns atrito muito loco que você só vai ficar sabendo se ler a parada. E, na boa? Vale muito a pena.

Eu gostei muito dessa história não só porque tem muitos, senão todos, os personagens do universo da DC. Mas também porque os personagens todos são muito bem trabalhados, cada um mostrando seus ideais, vontades, medos, e tudo o mais. As pessoas mudam, morrem, fazem escolhas difíceis e botam pra fuder com aqueles poderes todos.

Eu sempre gostei da ideia de explorar o que o Super Homem poderia fazer de estrago caso ele não tivesse seus códigos morais, e podemos ter uma boa noção disso nessa HQ. Além disso, enquanto você lê, você acaba muitas vezes descordando de seus personagens favoritos, descobre que o Aquaman não é tão merda assim, e se diverte pacas.

Super recomendo que vocês leiam a série E o especial anual dela, que mostra uma pequena passagem da Arlequina que não ficou muito bem explicada.

OBS.: Essa série foi transformada em um jogo de videogame de mesmo nome. Pra quem não tem Xbox nem Playstation (Alô, Yudi!) e nem um PC que roda a parada, existe uma versão menor para celular. É de grátis!


Minha classificação para esse livro é de  5/6- "Excelente".
Veja a cotação do livro no SKOOB e a opinião de outros leitores.


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