{Séries} “Empire – 1ª temporada”, FOX (2015)

sexta-feira, 10 de março de 2017

“As ruas não são feitas para qualquer um. Por isso existem as calçadas.”

Eu tinha milhões de coisas pra fazer da faculdade (apesar de que ela estava em greve), mas aí eu pensei: “Não existe momento melhor pra eu começar a assistir Empire do que quando eu tenho responsabilidades para cuidar”.

Foi basicamente isso que aconteceu. Eu estava há um tempão querendo assistir essa série, mas nunca pegava ela pra assistir, e ela já está na terceira temporada. Aí eu vi o primeiro episódio, me apaixonei e nunca mais larguei.

Vamos falar sobre essa obra prima.

Pequena árvore genealógica em forma de texto por motivos de: eu não sou obrigada.

Empire é uma companhia de gravação de discos criada e dirigida por Lucious Lyon. Lucious casou com Cookie. Tiveram três crias: Jamal, Hakeem (saúde) e André. Cookie foi presa por tráfico de drogas. Cookie ficou apodrecendo na cadeia. Lucious arranjou uma Boo Boo Kitty (apelido carinhoso que Cookie dá pra nova mulher do Lucious). Jamal é gay, o pai não aceita. Jamal é um ótimo cantor de R&B e ótimo compositor. Hakeem é rapper, se acha demais. André é contador (ele é invejoso ele). A vida segue, até que Cookie sai da prisão. E é ai que começa a série.

Empire é sobre essa família, sobre a companhia que eles criaram juntos e que acaba sendo o principal elo e a principal discórdia entre eles. A série é de drama, então preparem-se para as tretas, porque se você acha que deu treta quando aquele seu tio soltou um #ForaTemer ou um #Bolsomito no grupo de WhatsApp da família, você ainda não viu nada.

Precisamos falar de um ponto muito importante da série: a música. A trilha sonora é original, com músicas feitas especialmente para os personagens, já que temos aqui pelo menos dois músicos só no elenco principal.

Tem quatro músicas que eu adorei e escuto direto.




Keep it Movin'


Drip Drop



You're So Beautiful



Keep Your Money

Enfim, são essas que mais aparecem e mais marcaram presença na primeira temporada da série.

Agora, outra coisa que não dá pra deixar de comentar, é a Cookie.

Eu AMO essa personagem.

Ela é uma mulher forte, que corre atrás do tempo perdido, tem uma atitude e frases maravilhosas, sem falar da atuação impecável da Taraji P. Henson.

A série não te dá personagens queridinhos, família bonitinha. Te dá algo real. Um pai que não assume um filho gay, uma mãe que se desdobra em mil pra cuidar dos filhos, um garoto que acha que é homem porque cresceu os pentelhos tanto embaixo quanto em cima, um irmão ambicioso e invejoso. Personagens com pontos fortes, pontos fracos, características redentoras e características daquelas que te dá vontade de arrastar a cara no asfalto por treze quilômetros. Super recomendo! A série, não arrastar alguém no asfalto por nenhuma distância imaginável. Paz e amor, galera.

É maravilhosa essa série. Te dá raiva, te faz rir, te faz chorar, e o mais interessante de tudo: mostra como realmente acontecem as coisas por trás das câmeras. Como muita imagem que temos de vários ídolos nossos são imagens falsas, montadas pra fazer todo mundo acreditar que aquela pessoa não tem defeitos.

E um último comentário: Cookie e Porsha, melhores pessoas.


Minha classificação para essa série é de  5/6- "Excelente".
Veja a cotação da série no IMBd e a opinião de outros espectadores.



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